“A VIZINHA ”

As férias escolares estavam terminando e eu ficava no quintal de casa jogando bola com
o muro do vizinho. Eu chutava a bola no muro imaginando as traves e quando a bola
voltava, fazia embaixadas e ... caramba, a bola caiu do outro lado do muro.

E agora?! Dou a volta e peço a bola para o vizinho ou pulo o muro e pego a bola?
Porém os vizinhos eram novos. Não saberia o que encontrar.
Adivinha, em dois tempos estava do outro lado do quintal, quando vejo
a vizinha de camisola com uma chave inglesa consertando a torneira da pia na cozinha.

- AHHHH!!!! SOCORRO!!!! Era água para todo lado... gritava uma linda mulher de meia idade  e sensual.

- Espera que te ajudo!!!  Disse eu. E fui correndo para fechar a torneira. Ela virou-se assustada.
- Quem é você e o que faz na minha casa?!

- Ehhh.... Sou seu vizinho e só queria pegar a minha bola, não queria te incomodar...
Mas já que estou aqui, deixa que eu te ajudo a trocar essa torneira.

Completado o trabalho e completamente molhado apresentei-me orgulhoso por ter conseguido completar minha tarefa.

- Obrigada por arrumar a torneira. Sou desquitada e sinto falta de homem para essas
coisas... E sorrindo maliciosa me trouxe uma toalha.

- Tira essa camisa molhada, disse ela de forma imperativa.
Não tive como recusar e deixei-a me enxugar.

Enquanto ela acariciava meu corpo com seu toque, me peguei olhando aquela coroa com a camisola molhada e transparente colada no corpo.

- Você mora sozinha? Perguntei.
- Não, moro com meu filho, mas fique tranqüilo, ele está no curso de inglês
.
Não sei se foi coisa da minha cabeça, mas achei que tinha um tom de ... convite.

- Você é muita bonita! Falei olhando fixamente em seus peitos que saltavam fora  do
soutien.

Senti um sorriso malicioso em seus lábios e ela já sabia que eu estava seduzido pelo seu charme. Começando a me secar,suas primeiras caricias revelaram aquilo que meu corpo já não conseguia mais esconder. Ao tocar meu peitoral percebi que sua mão deslizou além do limite de meu abdômen, como que a certificar-se do que já pressentia. Como não recuei, ela sentiu o caminho livre e disse:

- Humm, vamos ver se você já é “homem” mesmo, sussurrou como uma brisa em meu ouvido.
E foi se aproximando lentamente e enfiando a mão dentro da minha calça.

- Nossa, faz tempo que não tenho um desse nas mãos! E começou a brincar com o meu pau de um jeito... e depois foi aproximando a boca, e com a língua foi lambendo de baixo até chegar na cabeça e então ... abocanhou!!  Engoliu, chupou, sugou e se deliciou...
Gulosa!!! Pensei.

Isso que é gula...e em seguida sentou em cima do meu pênis. Ali mesmo no chão da cozinha. E cavalgava feito uma amazona. Para cima e para baixo, com um apetite voraz, como a recordar um calor que seu corpo a muito não sentia.

- Agora eu quero que você me pegue por trás.

E foi ficando de quatro. A visão que eu tinha era inesquecível: eu podia ver o meu pênis entrando na sua vagina e com as mãos abria a sua bunda e podia ver o seu cu. Pela inexperiência e volúpia. Gozei muito rápido!!!

Ambos descansamos nossos corpos satisfeitos por aquela parceria. Maravilhado perguntei como que a implorar.

- Posso voltar amanhã?
Como vocês podem perceber essa coroa renderia muitas transadas, pelo menos se dependesse de mim.

- Mas você vai ter que ser rápido, porque o meu filho sai às 09:00hs e eu preciso sair para o meu trabalho às 09:30hs.

E assim foi durante várias semanas até começarem as aulas. Todo dia às 09:05hs eu pulava o muro e dava uma “rapidinha” com a Dona Neusa, esse era o seu nome.


No primeiro dia de aula e na saída  conversava com o meu novo colega de carteira:
- Oi Luís, você mora perto daqui?
- Moro perto da igreja São Rafael.

- Caramba, então vamos junto porque moro na rua da igreja, também. E se quiser a gente pode bater uma bola no quintal de casa.

Quando chegamos ele não acreditou:
- Nossa, somos vizinhos!!!

Nossa gelei!!! Ele era o filho da Dona Neusa.

Bom, as coisas se complicaram “um pouco”, mas pelo bem da lingüística e enquanto
durou seu curso, tive grandes prazeres com meus vizinhos.

Minhas primeiras aulas de sexo e aposentei o muro e ganhei um companheiro de bola.



FIM